sábado, 13 de junho de 2009

LEUCEMIA- Tipos de Leucemia, Tratamento e Sintomas





leucemia, sintomas, causas, tratamentoTipos de Leucemia- Causas, Tratamento e Sintomas

Recentemente precisei pesquisar sobre os tipos de Leucemia, suas causas, sintomas e tratamentos e encontrei na Wikipédia um ótimo artigo sobre o assunto:

A leucemia (do grego leukos λευκός, "branco"; aima αίμα, "sangue") é uma neoplasia maligna (cancro) que atinge o sangue mas que tem origem na medula óssea tendo causas desconhecidas mas que envolvem alterações gênicas como translocações e deleções. Ela tem como principal característica uma proliferação anormal de células da medula óssea, que originariam as células sanguíneas, e, a depender da linhagem dessas células terá-se o tipo de leucemia (mielóide ou linfóide).
Existem diversos tipos de leucemias, são todas malignas cada uma com características como prognóstico e tratamento diferentes, sendo, desta forma, o termo leucemia uma designação muito ampla. Os principais tipos de leucemia são:(Clique no link e visualize o artigo completo)
leucemia linfóide aguda: o tipo de leucemia mais frequente na crianças
leucemia mielóide aguda: mais comum no adulto
leucemia linfóide crônica: mais comum em idosos
leucemia mielóide crônica: mais comum em idosos

Causas:
Não existe uma causa única para todos os tipos de leucemias. Cada tipo de leucemia possui sua própria causa. Suspeita-se de ser causada por fatores diversos, dentre eles: herança genética, desencadeamento após contaminação por certos tipos de vírus, radiação, poluição, tratamento quimioterápico entre outros. Algumas vezes, pensa-se muito a respeito da baixa imunidade (onde células podem destruir células cancerígenas)ou alguma falha no sistema imunológico que fizesse com que alguma célula anormal não fosse destruída e se reproduzisse, dando início ao câncer. Não se pode determinar de forma exata como a leucemia se desencadeia em um indivíduo específico, mas é possível verificar através de seu próprio histórico a possível causa.

Sintomas:
As manifestações clínicas da leucemia são secundárias à proliferação excessiva de células imaturas (blásticas) na medula óssea, que infiltram os tecidos do organismo, tais como: amígdalas, linfonodos (ínguas), pele, baço, rins, sistema nervoso central (SNC) e outros. A proliferação rápida das células leucêmicas faz com que estas vão ocupando cada vez mais a medula óssea, não deixando mais as células normais (hemácias, leucócitos e plaquetas) se reproduzirem normalmente e saírem da medula óssea, causando os sintomas.



Tratamento
Como geralmente não se conhece a causa da leucemia, o tratamento tem o objetivo de destruir as células leucémicas, para que a medula óssea volte a produzir células normais. O grande progresso para obter cura total da leucemia foi conseguido com a associação de medicamentos (poliquimoterapia), controle das complicações infecciosas e hemorrágicas e prevenção ou combate da doença no sistema nervoso central (cérebro e medula espinhal). Para alguns casos, é indicado o transplante de medula óssea.

O tratamento é feito em várias fases.
A primeira tem a finalidade de atingir a remissão completa, ou seja, um estado de aparente normalidade que se obtém após a poliquimioterapia. Os quimioterápicos mais utilizados são a citarabina (100-200mg/m² por 7 dias) e a daunorrubicina (30-60mg/m² por 3 dias). Este esquema é conhecido como 7+3. Esse resultado é conseguido entre um e dois meses após o início do tratamento (fase de indução de remissão), quando os exames não mais evidenciam células leucêmicas. Isso ocorre quando os exames de sangue e da medula óssea (remissão morfológica) e o exame físico (remissão clínica) não demonstram mais anormalidades.

Entretanto, as pesquisas comprovam que ainda restam no organismo muitas células leucêmicas (doença residual), o que obriga a continuação do tratamento para não haver recaída da doença. Nas etapas seguintes, o tratamento varia de acordo com o tipo de leucemia (linfóide ou mielóide), podendo durar mais de dois anos nas linfóides e menos de um ano nas mielóides. São três fases:

Consolidação (tratamento intensivo com substâncias não empregadas anteriormente);
Reindução (repetição dos medicamentos usados na fase de indução da remissão) e
Manutenção (o tratamento é mais brando e contínuo por vários meses).

Por ser uma poliquimioterapia agressiva, pode ser necessária o internamento do paciente nos casos de infecção decorrente da queda dos glóbulos brancos normais pelo próprio tratamento.

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3 comentários :

Anônimo disse...

sou amiga de um portador de leucemia ele já esta em fasse terminal da doença a mas homenos 1 semana gostei de conhercer mas sobre sua doença OBRIGADA

Anônimo disse...

eu era amiga de uma portadora de leucemia so q ela nao resistiu aos tratamento e morreu foi muito triste mais a sua morte foi linda ela morreu cantado o hino do desbravado da irgreja advetista

Anônimo disse...

Minha mãe tem leucemia eu to com medo que ela morre,ela apenas está com 34 anos na flor da idade,tem pouco tempo que descobriu, digo para ela todo dia,para alegrar seu dia .......MÃE EU TI AMO E TI AMAREI ETERNAMENTE.

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Sobre o Autor:

Rafael Zucco
, 30 anos, Palmeirense, Guarulhense e Boa Gente, escreve Profissionalmente em Blogs desde 2008 e gosta de jogar Poker nas horas vagas.